26 de novembro de 2009

Exposição Luiz Pacheco na BNP.

A não perder, a exposição que começa hoje, sobre a vida e obra do Poeta Luiz Pacheco na Biblioteca Nacional de Portugal.
Poeta, editor e crítico literário, Luiz Pacheco foi acima de tudo, um desalinhado, que se autoclassificou literáriamente como "neo-abjeccionista", apesar da sua proximidade com a corrente surrealista.
Criou a editora Contraponto, onde publicou, entre outros, escritores como Mário Cesariny, António Maria Lisboa e Natália Correia.


8 comentários:

  1. Ora lá está, um desalinhado!!! Era disso que o nosso país precisava neste momento, muitos desalinhados... Mas, o rebanho ainda está adormecido! Hoje levantei-me com o espirito, ha dias...!!

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  2. Desconfio que vá passar despercebida à maior parte. Aliás, alguns ainda pensam que é algum dos anunciados reforços para o "Sportang"! :)

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  3. Há dias assim Rui. Mas não deixa de ter razão, fazia falta um bom conjunto de desalinhados.
    Mas se calhar não falta muito. Há de reparar na história, que as alturas que mais desalinhados, inteligentes e pensadores produziram, foram precisamente aquelas em que a asfixia democrática se acentuou. Parece que os momentos de maior democracia propiciam laxismo mental, e que só quando se anda apertado é que se puxa pela cabecinha !
    E assim sendo, devemos estar no inicio de uma era de grandes pensadores ... desalinhados.

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  4. Ferreira-Pinto, aceerca do "sportang" :
    - Prognósticos, só no fim do jogo !
    - Vocês sabem do que é que eu estou a falar !
    :-)))

    p.s.
    estas vieram directamente do dicionário luso-futebolês !

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  5. O Eduardo nem imagina o quanto me tocou o seu 1º comentário... :)) Vamos então todos para o desalinhamento, canudo! :))
    Quanto ao que está a falar no 2º com. dá para adivinhar! :)

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  6. O Pacheco era um grande escritor e um maior sacana, para não lhe chamar outra coisa. Parece que se prepara a moda Pacheco e até começam a transformá-lo num tipo porreiro, pá, porque o tempo é de meias tintas.

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  7. Rui, que o homem teve uma vida errante (desalinhada) lá isso teve, se era ou não sacana, não sei, mas parece que sim, que era. Mas também, nós temos cá em Portugal um prémio Nobel da Literatura que não é menos sacana que o Pacheco e tem a projecção que tem.
    É de facto um tempo de meias tintas !

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  8. Anónimo2/12/11

    santa ignorancia

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