29 de novembro de 2009

Agostinho da Silva


"A liberdade que há no capitalismo é a do cão preso de dia e solto à noite"

10 comentários:

  1. Mudança de visual por aqui. Ficou mais sóbrio e mais à esquerda :) Foi propositado?

    Essa frase do Agostinho da Silva está quase perfeita! Eu diria antes que o capitalismo nos prende numa gaiola dourada, que temos toda a liberdade para decorar, mudar de visual, alterar a forma... etc... etc... Não conseguimos é sair dela! Sobretudo porque não queremos e porque não conhecemos mundo lá fora.

    ResponderEliminar
  2. Mas ficar mais à esquerda, para mim é natural ... sou canhoto :-)))
    Quanto à gaiola, ela é cada vez menos dourada, e já não há decoração que a embeleze. Pelo menos é essa a minha posição em relação gaoila do capitalismo.
    Está na hora da sociedade ganhar consciência, voltar a pensar, que é algo a que se desabituou, e dar novo rumo ao mundo.

    ResponderEliminar
  3. Obras trouxeram mais luz...parece-me melhor Eduardo.
    Eu concordo com a Benjamina quando diz que «não conseguimos sair...sobretudo porque não queremos»; quanto a mim, «querer sair» é a chave para a mudança; enquanto não quisermos....

    ResponderEliminar
  4. Paulo, ainda bem que gostaste do resultado das obras. Eu também gosto de mais luz.
    Concordo com ambos (Benjamina e Paulo), é preciso de facto querer sair, e por isso digo que é preciso que as pessoas pensem, porque isto de andar apenas ao sabor da corrente, lamuriar e continuar à espera duma manhã Sebastianica, só nos afunda ainda mais.
    Estas cabecinhas têm de ser postas em funcionamento, já, porque amanhã é tarde !

    ResponderEliminar
  5. Nem mais Eduardo... está na hora de mudar consciências e rumar ao desconhecido. Isso foi o que permitiu sempre ao homem mudar de paradigma... como diz fomos aprisionados num sistema por engano... agora só é enganado quem quer... nunca gostei muito disso! Prefiro ser ovelha negra e ligar os altifalantes! Mesmo que a mensagem possa matar o mensageiro. Pelo menos deixei de me sentir tão só e repudiada na visão da face negra, que sempre quis auscultar.
    Bem haja Eduardo!
    Abraço.
    Gostei muito do novo visual, à esquerda, apesar de não ser canhota. :)))

    http://associacaocomercialdoporto.blogspot.com/2009/11/antonio-garcia-pereira-e-o-tgv.html

    ResponderEliminar
  6. É bem verdade que a liberdade existente neste capitalismo é a do cão que apenas pode sair à noite para se banquetear dos restos de comida no beco, mas também é importante que se diga que ao cão esse espaço de liberdade lhe permite não ... regressar! Basta querer.

    Quanto às obras aqui em casa, espero que tenha o amigo tirado a necessária licença. É que isto não é assim ... um tipo distraí-se e pimba, pega lá visual novo!

    ResponderEliminar
  7. O cão pode não regressar, é um facto, mas é um decisão cheia de lirismo, porque, não voltando, o que tem de mais certo é tornar-se um vira-lata, dado que as portas todas se fecharão imediatamente. A teia está montada, e vai ser preciso mais, muito mais, que "não voltar".

    Estava um bocado farto daquele "papel de parede" que tinha por aqui, decidi clarear a coisa. Quanto às licenças, fique descansado que o Engº da obra tratou disso tudo.

    ResponderEliminar
  8. O engenheiro da obra?
    Ó carago, vem aí mais um escândalo!
    Já estou a ver alguém acusar que o chega-te aqui se "achegou" ao Sócrates e que ele só assinou o projecto e coisa e tal ... :)

    ResponderEliminar
  9. Cruzes canhoto Ferreira-Pinto, eu chegar-me ao Sócrates ?!?!
    Isso é ofender-me até à medula.
    Ainda hoje lhe dizia lá no seu abirritante espaço que todos temos um preço, mas olhe que eu não me chego a essa gente seja pelo preço que for.
    Bem sei que não afina pelo mesmo diapasão, mas não me ligue a essa gente que me ofende !

    ResponderEliminar
  10. Ó amigo Eduardo não é para ofender (caramba, isto se me começo a desfazer em desculpas ou fica tudo ao léu ou se proponho pagar em malgas de vinho e lascas de presunto, vou ter de ir ao envelope) ... era mesmo só para meter veneno!

    Mais a mais, é sabido que o Sócrates privilegia mais as linhas em zigue-zague e tons de rosa escuro, e não assim coisa translúcida como aqui está! :)

    ResponderEliminar