O Português é capaz das maiores façanhas, mas para tal precisa de quem o lidere, de quem o oriente, de quem lhe diga qual o caminho, o que fazer, como fazer. No fundo o Português é dotado, é esperto, mais até que inteligente, mas tem falta de iniciativa, tem, regra geral, pouca visão, e é acomodado.
Daí que, quando de tempos a tempos surge um líder, um visionário, alguém com discurso motivador, Portugal dá um pulo e avança. Foi assim logo no início, com D.Afonso Henriques, foi assim com D.Nuno Álvares Pereira em Aljubarrota, foi assim com D.João II e Vasco da Gama e os seus descobrimentos.
O Português quer é ter alguém que assuma o risco e que tome decisões por si, se isso acontecer, acreditem, nada melhor que ter um bando de Portugueses por perto para se conquistar o que se queira.
O Português gosta da sua matilha, mas quando esta tenha à sua frente um verdadeiro “macho Alfa” capaz de os convencer a tudo, e aí, acreditem, o Português faz mesmo tudo.
Ora, o que temos hoje em dia, ou melhor, o que temos desde há muitos anos a esta parte, é uma total ausência de um “macho Alfa” capaz de conduzir esta matilha a outros patamares. Ou seja, continuamos à espera que numa manhã de nevoeiro, surja finalmente o nosso D.Sebastião, que nos tire do marasmo.
E quanto a isto não há nada a fazer, desiludam-se aqueles que julgam que devemos de fazer como os “outros”, porque nós somos nós, somos assim, e as idiossincrasias dos povos não se mudam.
Há é que, pegando nessas idiossincrasias, servirmo-nos delas de forma inteligente para daí tirarmos proveitos.
Já viram a enorme vantagem que temos ?
É que a nós basta-nos descobrir um ! um líder capaz de nos fazer arrancar rumo ao sucesso.
A história não engana, nós somos capazes dos maiores feitos, basta-nos descobrir quem nos lidere.
Será assim tão difícil arranjar um, um só ser que seja capaz de nos liderar positivamente ?

Caros, 1º Ministro e Ministro das Finanças, louvo a vossa preocupação em gastarem 50 milhões € com as Regiões Autónomas (ou será só com a Madeira ?, ainda não entendi !, ou se calhar é mesmo só com o Alberto João, não ?).






















Decorria o ano de 1998 quando se procedeu à criação do Parque Marinho Professor Luiz Saldanha, inserido no Parque Natural da Arrábida. O parque compreende a frente marítima entre as praias da Foz e da Figueirinha, com uma extensão de 38 quilómetros de costa rochosa. Ao todo, são 53 quilómetros quadrados de área marinha.

















